Literatura

A cor azul
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A cor azul

Ana Beatrice G. Nazario* Azul, minha cor preferida, mas não foi sempre que eu gostei desta cor. Quando mais nova, eunão sabia de qual cor gostava mais, ouvia minhas colegas falarem que gostava de rosa epessoas falando que meninas tinham que gostar de rosa, eu ficava me perguntando por quê? Na minha infância, usava muitos vestidos, e o que eu mais gostava era um azul. Eu amavaaquele vestido! Quando eu o colocava não queria mais tirar, ficava com ele o dia todo. Lembro-me de assistir ao filme da "Bela Adormecida" com meus primos. Havia uma cena emque duas fadas da personagem "Aurora" ficavam brigando sobre qual cor seria o vestido dadela: azul ou rosa, e claro que eu preferia que o vestido fosse azul. Agora percebo que essa história que menina tem que gostar de rosa é besteira. H...
Lágrimas de amor
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Lágrimas de amor

Emanuel Wilecy* Eu amo quando você se importa comigoQuando me olhaSe fico perto de você fico todo bobinhoQuero muito a sua felicidadeDe um jeito ou de outroEssa é a mais pura verdadeCom seu sorriso lindo, seu jeito brincalhãoQuando estou perto de vocêDesce lágrimas no meu coraçãoLágrimas de não poder te terDe não poder estar com você. *Estudante do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti, (Crato/CE)
Coletivo Camaradas faz doação de livros para bibliotecas
Cariri, Cultura, Literatura, Notícias

Coletivo Camaradas faz doação de livros para bibliotecas

Foto: Coletivo Camaradas O Ponto de Cultura Coletivo Camaradas fez doações de livros para o espaço de leitura do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti (Crato/CE) e para biblioteca Roberto Pereira, da Associação de Dança do Cariri (Juazeiro do Norte/CE). Cada espaço recebeu cerca de 80 livros entre publicações do próprio Camaradas e de literatura infantojuvenil, poesia, filosofia, história e artes. O Coletivo Camaradas mantém uma Biblioteca Comunitária, na comunidade do Gesso, no Crato. Os livros que são adquiridos por doações ou aquisições compradas que se repetem são repassados para outros espaços de leituras. Na região do Cariri, o Camaradas tem contribuído para uma cultura leitora, através da doação de livros e publicação de novas escritoras e escritores. Organizações da s...
Pessoa certa
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Pessoa certa

Nayara de Sousa Silva* Eu aprendi com a vidaMesmo que você faça de tudopor alguémNunca vai ser suficienteSe essa não for a pessoacertaNão importa o que você ofereçaNunca vai ser o bastanteQuando a pessoa certa chegar,você não vai precisar fazer nadapara mantê-la do seu ladoEla simplesmente vai querer estar com vocêVai demostrar que você é especialNão fique perdendo tempoCom quem não merece um só segundo da sua atençãoPessoas entram e saem da nossa vidaO tempo todoAlgumas delas vão ficar para trás. *Estudante 8° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti
Vazia
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Vazia

Tainara dos Santos Bento* Dentro e foraEu me sentia vaziaVazia por dentro e por foraAchei que ninguém ligasseMas estava erradaUm novo dia sempre vemPode nos pegar de surpresaE aí você descobreQue eles se importam com vocêNão por foraMas por dentroEles lhe admiram tantoQuando chora alguém vem te perguntarSe você está bem?Eles podem até não virMas eles vão pensarE pensarE os que vem lhe perguntarÉ porque, sim, eles se importamDê valor a essas pessoas que se preocupamTanto por dentroQuanto por foraNo fundo, no fundoAlguém semprePensará em vocêSempre *Estudante do 9 ° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Aquela que observa o perdão através dos defeitos
O “Orfeu de carapinha”: Luís Gama
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O “Orfeu de carapinha”: Luís Gama

Luciana Bessa Você já ouviu falar do Prêmio Luís Gama de Direitos Humanos, instituído pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no ano de 2022, que revogou a Ordem do Mérito Princesa Isabel, criado pelo seu antecessor, Jair Bolsonaro? Esse prêmio, entregue bienalmente em anos pares, é concedido a pessoas físicas ou jurídicas, cujos trabalhos ou ações “mereçam destaque especial nas áreas de promoção e de defesa dos Direitos Humanos no País”. É preciso esclarecer que não se trata de uma honraria criada para os negros agraciar outros negros. A luta antirracista é minha, é sua, é de todos nós. Sou daquelas pessoas que acredito em Martin Luther King, afinal Eu tenho um sonho, e em Nelson Mandela, quando afirma: “Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor de sua pele, de sua o...
Literatura
Isabele Vasconcelos Palmeira* Sei que sou jovem,Sei que não aceitaSei que é "besteira" Me perdoe por saber tantoPor entenderPor correr atrásPor gritar bem altoPor não ter o que você chama de limite Nem tente me entenderNão vai conseguirInfelizmente,Não consegue se pôr no meu lugar. Não vou mudar quem sou,Nem o que acredito,Não por um alguém. Não tenho vergonha,Não mato,Não roubo,Não te repreendo eNem uso minhas crenças contra os outros. E o amor ao próximo?E o respeito? Cadê? Sabe o que ...
Saudades
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Saudades

Tainara dos Santos Bento* Saudades de vocêSaudade do seu cabeloSaudade do seu abraçoSaudade da sua risadaSaudade do seu perdãoSaudade da sua raivaSaudade das suas músicasSaudade de escutar no seu headphoneSaudade de tudoSinto sua faltaE sentirei sempreLembranças estarão em meu coraçãoE você sempre estará em meu coração. *Estudante do 9 ° ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti. Aquela que observa o perdão através dos defeitos
Uma pequena flor
Literatura

Uma pequena flor

Maria Isabelly de Souza Maranhão* Essa é uma pequena florOnde tudo ela via amorUma flor alegre, engraçada, divertida e sem menos dúvidas muito extrovertida.Uma flor de bom humor.Onde tudo, lembrava o calor de seu amor.Uma flor que era bem interessante.E que por ela em um instante, demonstrava seu amor sem medo de sofrer a dorUma flor intensa, onde ela sempre amava sua crença, e todo o seu clamorMas um tempo a flor foi ficando fraca.E a cada dia que passava, suas pétalas murchavamJá estava perdendo a corEla já não via mais tudo com amorPois ela esqueceu, que já foi uma bela florAs pessoas a julgavamE com cada esculacho, ela se sentia inferiorNão se via mais como interessantePois a cada instante, perdia sua cor.Muitos dias foram passando, e ninguém a mais notavaPois sua ausência já mais n...
As ondas da mente
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As ondas da mente

Suzanna Queiroz* PensamentosSeria isso, um privilégio ou maldição?Eles surgem bruscamente em meu coraçãoComo um servo lealFazem parte da nossa naturezaAssim como as ondas do marQue se agitam compulsivamenteMas, quando se acalmam, purificam a almaAssim são os pensamentosTanto torturam, quanto nos amadurecem. *Estudante do 9º ano do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcanti, (Crato/CE). Aquela que enxerga beleza nas pequenas coisas da vida